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segunda-feira, 8 de abril de 2019

AUDITORIA E CONSULTORIA EM RH


AUDITORIA E CONSULTORIA EM RH

Lista de assuntos que devem fazer uma revisão mais apurada.
11 Conceito de auditoria e finalidade
13-Conceito de consultoria
14- funções da auditoria e da consultoria
21-Subsistemas de RH.  Objetivos e atividades
24-sistemas de informações - Dados
25-Exemplo de banco de dados de RH.
36-37- Objetivos e direção na consultoria em RH
38-39-Planejamento de consultoria interna
49-Auditor externo ou independente
50-Auditor interno, conceito e objetivos.
51-Responsabilidade do auditor baseados nas normas e Princípios esperados de um auditor interno.
52-Código de ética do consultor e responsabilidades
66-Vantagens da auditoria interna
76-Fontes de informação para o auditor de RH.
90-Riscos conhecidos que precisam ser administrados pelo auditor.
92-Ferramentas utilizadas
100-Roteiro para auditoria segundo Veríssimo (202).
103-Modelo de checklist.
130ª132-Processo de diagnostico.
133-O método dos 6 porquês.
142-consultoria quanto à estrutura e amplitude
143ª145-Processo de consultoria e suas etapas
153-Exemplos de levantamentos de dados
154-Métodos-Pesquisa quantitativa e qualitativa.
167-Auditoria e consultoria em RH: Diferenciação.
171-Consultor interno X consultor externo – características.
183 a 185-Processo de mudanças
197- Fontes individuais de resistência à mudança.
Desenvolvam resumo com estes tópicos e formem grupo para estudo.

Colaborador educacional - Valmir Sales Borges

BLOG - ADMINISTRAÇÃO PARA TODOS

segunda-feira, 27 de abril de 2015

RH _ Dicionário e Glossário


Idico

A- Dicionário de RH

Disponível em: http://www.rhportal.com.br/dicionario.php


B - Glossário de RH

ROTATIVIDADE DE PESSOAL
Refere-se ao fluxo de entradas e saídas de pessoas em uma organização, ou seja, as entradas para compensar as saídas de pessoas das organizações.

ABSENTEÍSMO
Pessoa que falta ao trabalho. Que vive ou está, via de regra, ausente.

AUDITORIA DE RH
Revisão sistemática e formal desenhada para medir custos e benefícios do programa global de RH e comparar sua eficiência e eficácia atual com o desempenho passado, com o desempenho em outras organizações comparáveis e sua contribuição para os objetivos da organização.

BALANÇO SOCIAL
Documento que recapitula os principais dados que permitam apreciar a situação da organização no domínio social, registrar as realizações efetuadas e medir as mudanças ocorridas no curso de um ano em referência dos anos anteriores. Inclui informações sobre o emprego, remuneração, encargos sociais, condições de higiene e segurança, produtividade de pessoal (rotatividade, absenteísmo, conflitos trabalhistas), relações trabalhistas, etc.

RESPONSABILIDADE SOCIAL
Compromisso da organização com a sociedade em geral e, de forma mais intensa, com a comunidade com a qual está em contato mais íntimo.

COACHING
Treinamento, “desenvolvimento”. Sessões de aconselhamento feitas por um consultor de carreira que acompanha e se envolve.

BENCHMARKING
Processo sistemático usado para estabelecer metas para melhorias no processo, nas funções, nos produtos etc., comparando uma empresa com outras. As medidas de benchmark derivam, em geral, de outras empresas que apresentam o desempenho “Melhor da classe”, não sendo necessariamente concorrentes.

BRAINSTORMING
Procedimento utilizado para auxiliar um grupo a criar o máximo de idéias no menor tempo possível.

EMPOWERMENT
Estabelecimento de autonomia e responsabilidade às pessoas na tomada de decisões e ações. Dar poder ao grupo/equipe.

MISSÃO
Incumbência que se recebe; razão da existência de uma organização; finalidade ou motivo pelo qual a organização foi criada e para que ela deva servir. Responde a estas três perguntas: Quem somos nós? O que fazemos? E por que fazemos o que fazemos?

DOWNSIZING
Redução dos níveis hierárquicos em uma organização com o objetivo de aproximar os níveis operacionais da alta direção.



ENDOMARKETING
Marketing interno realizado por meio de um conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o indivíduo.

VISÃO
Imagem que a organização tem a respeito de si mesma e do seu futuro, ver a si própria no espaço e no tempo. Está mais voltada para aquilo que a organização pretende ser do que como ela realmente é. Destino que a empresa pretende transformar em realidade.

LATO SENSU
Em sentido amplo - Curso extensivo – (Extensão, especialização e aperfeiçoamento).

STRICTU SENSU
Sentido estrito - Curso intensivo – (mestrado e doutorado).

CEO
Pode ser chamado de principal executivo, presidente, superintendente, diretor-geral. É a pessoa que “manda” em todo mundo, exceto no presidente do conselho.

CINCO S (5S)
Programa de gerenciamento participativo que objetiva criar condições de trabalho adequadas a todas as pessoas em todos os níveis hierárquicos da organização. A sigla 5S deriva das iniciais de cinco palavras japonesas: SEIRI, senso de utilização; SEITON, senso de ordenação; SEISO, senso de limpeza; SEIKETSU, senso de saúde; e SHITSUKE, senso de autodisciplina.

INTRANET
São as páginas acessíveis apenas dentro de uma empresa.

EXTRANET
São páginas que ligam a empresa a seus clientes e fornecedores.

NETWORKING
Rede de relacionamentos.

FEEDBACK
Processo de desenvolvimento profissional e pessoal que se caracteriza pela informação/comunicação de percepções e opiniões a um indivíduo que é acionado pelos demais nos diversos círculos de relacionamentos.

OUTPLACEMENT
Investimento de uma empresa na recolocação de ex-funcionário em outra organização.

HEADHUNTER
Se traduzirmos literalmente, "caçador de cabeças", mas na verdade, é um caçador de talentos, ou especialista em recrutamento. Ele parte em busca de grandes potenciais, a fim de encontrar a pessoa certa para ocupar um importante cargo na empresa que contratou seus serviços. Geralmente, essa empresa precisa que a contratação seja rápida e sigilosa.

SA8000
Norma de padrão internacional que envolve aspectos como: trabalho infantil, trabalho forçado, segurança e saúde no trabalho, liberdade de associação e direitos coletivos, discriminação, práticas disciplinares e carga horária de trabalho.


JOB ROTATION
Rodízio de funções promovido pela empresa, visando a polivalência.

LEARNING ORGANIZATION
Literalmente “organização que aprende”, significa a permeabilidade a busca constante da organização de oportunidades de aprender por via da própria experiência, de terceiros, do mercado, da economia e da sociedade como um todo.

TRAINEES
São jovens, em geral que ainda estão cursando o ensino superior ou recém-formado que, após um longo e bem estruturado treinamento, passam a ocupar posições técnicas e até gerenciais. Eles são funcionários que irão participar de um programa estruturado de treinamento e desenvolvimento para que, em um curto espaço de tempo, possam assumir uma posição gerencial, ou seja, uma posição de liderança. Não são estagiários.

POLÍTICA DE PORTAS ABERTAS
Uma oportunidade oficial que a organização dá ao funcionário de apelar aos executivos da empresa quando se sentir prejudicado pela chefia imediata.

REENGENHARIA
Método usado para reprojetar e reformar sistematicamente toda uma empresa, função e processo.

STAKEHOLDERS
Palavra, que significa depositários. Pessoa ou grupo com interesse no desempenho da organização e no meio ambiente na qual opera, buscam novas formas de gestão que possibilitem orientações essenciais como flexibilidade, participação, produtividade, etc.

TURNOVER
Palavra em inglês, que na tradução quer dizer: rotatividade; movimentação; giro; circulação; medida da atividade empresarial relativa ao realizável em curto prazo; vendas no desenvolvimento contínuo do profissional.

WORKAHOLIC
Viciado em trabalho, ligado 24 horas na empresa.

MERITOCRACIA
Posição hierárquica conquistada (em tese) por merecimento, onde há uma predominância de valores relacionados à competência e educação. Posições ou colocação conseguidas por mérito.

NEPOTISMO
Termo utilizado para designar favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, principalmente na nomeação ou elevação de cargos. Exemplo: um funcionário é promovido por ser parente daquele que o promove, sendo que havia pessoas mais qualificadas e merecedoras para serem promovidas.

SUSTENTABILIDADE
É um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana. Abrange o planeta inteiro. É promover o melhor para as pessoas e para o ambiente, tanto agora como para um futuro indefinido.

DIVERSIDADE
Equilibrar a distribuição de renda e promover a igualdade de direitos, sem distinção de idade, sexo, cor, raça..., enfim dignidade a todos.


CORE BUSINESS
Relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz.

E-LEARNING
Abreviação de eletronic learning, treinamento em rede de computadores.

OUTSOURCING
Tendência de comprar fora (de terceiros) tudo o que não fizer parte do negócio principal de uma empresa. Trata-se de contratar uma entidade exterior à empresa para executar serviços não estratégicos (que não produzem valor acrescentado para os clientes), em vez de os produzir internamente. A grande vantagem reside na redução de custos que tal opção implica.

RESILIÊNCIA
Capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas. No meio corporativo siginfica característica de determinada companhia ou organização em medir a capacidade de resistir às crises e retomar suas atividades, ou então de suportar as pressões e manter um certo nível de operatividade.

Fonte: http://cursosnocd.com.br/recursos-humanos/glossario-de-rh.htm
Indicação: Valmir Sales Borges

terça-feira, 12 de maio de 2020

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Sistema de informação gerencial https://valmirsalesadm.blogspot.com/search?q=sig
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Glossário 
e outros

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

RH - Vejam o blog Além do RH

Blog Além do RH by Simoni Aquino
http://alemdorh.blogspot.com.br/2012/05/voce-conhece-parabola-da-demissao-da.html

Olá pessoal

Indico o blog Além do RH e compartilho:

Você conhece a parábola da Demissão da Formiga Desmotivada?

Autor Desconhecido
Fonte da imagem: internet
"Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.

O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial... A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir? 
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida." 

CONSIDERAÇÕES DA BLOGUEIRA
Infelizmente neste vasto mercado de trabalho, sabemos que muitos profissionais passam por esse tipo de situação. São excelentes profissionais, que iniciam suas atividades com todo o gás e motivação possíveis, entretanto com o passar do tempo sua liderança não as enxergam e não reconhecem sua postura profissional, seus resultados e seu profissionalismo.

Enfim, chegam à conclusão que não são valorizadas como pretendiam e merecem, inicia-se um processo de descontentamento em relação à sua gestão, à organização e com o passar do tempo, obviamente que não há motivação que resista e logicamente a desmotivação acaba por tomar conta do profissional. Ao ponto de decidirem mudar de empresa, na verdade esses profissionais que se assemelham à formiga, demitem seu gestor e não a empresa, pois na grande maioria das vezes, se tivessem a oportunidade de continuar na empresa, gostariam apenas da mudança de seu gestor.
Sendo assim, este problema é só do profissional ou também de sua liderança?

Infelizmente alguns de meus leitores já viram esse filme antes! 
É uma pena que as formiga não possam demitir o marimbondo...
Sucesso a todas as formigas!

Disponível em: http://alemdorh.blogspot.com.br/2012/05/voce-conhece-parabola-da-demissao-da.html Acesso em: 11 ago. 2017

terça-feira, 8 de agosto de 2017

RH - RECRUTAMENTO E SELEÇÃO



COMO FAZER UM RECRUTAMENTO E SELEÇÃO




Uma das preocupações frequentes dos profissionais de Recursos Humanos, com certeza, é como fazer um processo de recrutamento e seleção cada vez mais eficiente. Isso é bastante pertinente, pois quanto melhor for esta captação e avaliação de candidatos, melhores também serão os resultados da empresa em médio, curto e longo prazo.
Para isso é preciso desenvolver uma visão sistêmica que permita aos selecionadores identificar quais são as verdadeiras necessidades da empresa, em termos de mão de obra, e definir claramente os objetivos de cada etapa deste importante procedimento. De modo geral, a fase inicial segue o mesmo padrão para todos, no que tange a forma de abordagem, porém, depois, as ações vão se tornando cada vez mais específicas e se afunilando de acordo com o perfil da vaga.
EXEMPLO DE COMO FAZER UM RECRUTAMENTO E SELEÇÃO
1 – Defina as vagas – O primeiro passo de um processo de recrutamento e seleção é definir quais serão as vagas ofertadas. Isso geralmente é definido pelo RH, em conjunto com o gestor da área, para onde o profissional será recrutado.
2 – Defina as atribuições e salários – Quais serão as funções desempenhadas pelos futuros colaboradores, cargos, atribuições, competências exigidas e o salário para cada vaga? Definir tudo isso é muito importante para fazer a descrição do trabalho de forma exata e selecionar apenas profissionais realmente interessados.
3 – Defina os meios e divulgue a vaga – Onde a empresa divulgará suas vagas: nas redes sociais, sites especializados, agências de empregos, mural interno, grupos de WhatsApp? Os canais gratuitos ajudam muito a dar mais alcance à vaga. Já os pagos fazem uma seleção melhor dos profissionais mais qualificados, pois já trazem uma apresentação do seu currículo. Escolha e divulgue!
4 – Faça a seleção dos currículos – Após divulgar e receber um número mínimo de cinco a dez currículos, por vaga, é hora de selecionar quais são aqueles que mais atendem as necessidades da empresa e chamar para a seleção presencial.
5 – Entrevista de Emprego – A principal fase do processo de recrutamento e seleção, consiste no encontro com o selecionador, que fará uma entrevista de emprego, pessoal e profissional, para conhecer melhor o candidato, avaliar suas experiências, competências e o seu histórico de vida e carreira.
6 – Dinâmicas de seleção – São ferramentas muito usadas pelos recrutadores para avaliar muito fatores importantes como: liderança, criatividade, comunicação, trabalho em equipe, empatia e negociação, por exemplo.
7 – Entrevista com o gestor da área – Os profissionais mais qualificados na entrevista pessoal e na dinâmica, são aqueles que irão passar a próxima fase e ter a chance de “vender seu peixe” para o seu futuro líder. Este é o momento decisivo para todo candidato, pois pode significar um novo emprego.
8 – Comunicar a aprovação ou não – Este é o momento onde o RH da empresa liga para o profissional e informa se ele foi aprovado ou não para a vaga para qual se candidatou. Muitas empresas só ligam em caso de aprovação, deixando os candidatos com os nervos à flor da pele e sem nenhuma resposta. Não faça isso. Dê sempre um retorno, agradeça e ajude o profissional a crescer.
Interessante todo este processo, não é mesmo? Tenho certeza que você já passou por tudo isso em sua carreira. Quero, então, saber como foram as suas experiências. Comente e compartilhe comigo como foi o seu melhor processo de recrutamento e seleção.
Fonte: Site jrmcoaching
 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

RH - O processo de recrutamento

Compartilhando conhecimento:

Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos-rh/o-processo-de-recrutamento/

Indico que: Façam o cadastro do seu email neste site

 O PROCESSO DE RECRUTAMENTO

Ao analisarmos o subsistema de Recrutamento e Seleção, podemos identificar a interdependência que existe entre eles, pois para que a seleção obtenha sucesso e auxiliar a empresa em busca do diferencial competitivo que hoje são as pessoas, o capital intelectual, é necessário que o processo de recrutamento seja feito corretamente e através de técnicas eficientes e eficazes.
Um adequado planejamento de pessoal pensando a curto, médio e longo prazo nos aspectos quantitativos e qualitativos da mão-de-obra necessária nos fornecerá informações e quais são as prioridades a serem cumpridas.
Após a análise da descrição de cargos e se definir o perfil do candidato ideal para o preenchimento da vaga, iremos realizar o recrutamento. Segundo o autor Antonio Carlos Gil (2007), recrutamento “consiste num processo que visa atrair candidatos potencialmente qualificados e capazes de ocupar cargos dentro da organização”. Portanto podemos dizer que o recrutamento é a porta de entrada de todo e qualquer funcionário para a empresa. Por isso a sua grande importância para todas as organizações.
As etapas para um bom processo de recrutamento seriam: identificar a necessidade de mão-de-obra, traçar o perfil (pode-se utilizar um formulário que muitos chamam de requisição de pessoal) apropriado para cada vaga, analisar a descrição de cargos (se a empresa tiver), escolher qual será o meio mais apropriado para levantar material para que a seleção possa desempenhar o seu papel, executar o processo através de ações nos meios e encaminhar os candidatos para a seleção.
Acredito que a interação entre o gestor responsável pela vaga aberta e o departamento de Recursos Humanos seja indispensável para elaborar o perfil desejado para a vaga. Lembrando que nós, profissionais de Recursos Humanos, somos uma área de apoio estratégico para todas as outras áreas da empresa.
De acordo com a compreensão de cada autor, podemos dizer que há diversos meios para se realizar o recrutamento, o que varia de autor para autor é apenas a nomenclatura e a divisão dos meios.
Para Gil (2007) há 09 formas de se realizar o recrutamento, sendo que a própria nomenclatura já explica o processo. Sendo elas:
1. Recrutamento dentro da empresa;
2. Cartazes;
3. Recomendação;
4. Pessoal dispensado;
5. Agências;
6. Associações profissionais;
7. Anúncios;
8. Headhunters (caça-talentos);
9. Internet.
Podemos apontar que para Gil os meios são bem divididos sendo possível a utilização de vários deles ao mesmo tempo afim de que se agilize e se busque mais eficiência e eficácia no processo. Como inovações podemos destacar o uso da Internet e de Caça-talentos, conhecidos como Headhunters.
Já para Idalberto Chiavenato (2009) há 03 meios de recrutamento:
1. Recrutamento Interno;
2. Recrutamento Externo e;
3. Recrutamento Misto.
A divisão e nomenclatura proposta por Chiavenato são as mais utilizadas e propagadas entre os profissionais de recrutamento. Por isso optei em explorar esses meios de recrutamento.
Quando se optar em utilizar o recrutamento interno, a empresa deverá fazê-lo de forma clara, transparente e constantemente comunicando a todos sobre o andamento do processo. Buscar internamento talentos é motivador e demonstra o interesse que a empresa tem em desenvolver seus colaboradores.
Chiavenato (2009) informa que o recrutamento interno envolve transferências, promoções ou planos de carreira, mas como todo e qualquer processo há vantagens e desvantagens. Podemos destacar como vantagens a sua agilidade, baixo custo e motivação e como desvantagens um possível conflito de interesses, necessidade de que haja oferta de funcionários potencialmente preparados, vale lembrar que haverá um ciclo de pessoas já conhecidas dentro da empresa podendo gerar um progressivo bitolamento às políticas e diretrizes da empresa.
Ao focarmos nossos esforços para o recrutamento externo que é a busca de mão-de-obra fora da empresa, podemos dizer que há necessidade de investimento, portanto haverá custos, o processo é mais demorado, mas em contrapartida poderemos renovar o capital intelectual ao trazer pessoas com culturas diferentes e aproveitar pessoas que já foram treinadas por outras empresas. Nesse caso há a necessidade de se utilizar ferramentas como anúncios em jornais, em instituições escolares, lançar mão do uso das agências de empregos, etc.
Porém o mais adequado para que a empresa possa conhecer seus funcionários e como está o mercado de trabalho seria a utilização desses dois meios, ou seja, trabalhar paralelamente com o recrutamento interno e o externo, não se esquecendo que o processo deve ser claro e transparente para garantir o seu sucesso e a potencialização das vantagens e minimização das desvantagens.
Outra importante ferramenta que podemos utilizar seria a indicação de candidatos por parte dos funcionários. Seria a utilização do recrutamento externo, pois trará mão-de-obra do mercado, porém com uma “certa” dose de responsabilidade da pessoa que indicou o candidato.
O fundamental é seguir e observar a missão, visão e valores da empresa para que o RH seja um departamento estratégico e auxiliador na busca de capital intelectual que venha somar e potencializar os recursos humanos que ali se encontram.

Referências Bibliográficas:

CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. 9. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

GIL, Antonio Carlos. Gestão de Pessoas: enfoque nos papéis profissionais. 1. Ed. São Paulo: Atlas, 2007.

Autoria:
Silvia Fernanda Bueno Martini
Consultora em RH e docente nas Universidades Unip e Unianchieta da cidade de Jundiaí – SP.

Acesso em: 14 ago. 2017

sábado, 27 de setembro de 2014

RH - Artigo/Valmir Sales - ANÁLISE DA GESTÃO DE RH NA CONSTRUÇÃO CIVIL: TEORIA X PRÁTICA

Artigo  
Publicado na Revista Pesquisa Operacional para o Desenvolvimento, Rio de Janeiro, v.2, n.1, p. 1-86, janeiro a abril de 2010



ANÁLISE DA GESTÃO DE RH NA CONSTRUÇÃO CIVIL:
TEORIA X PRÁTICA


Valmir Sales Borges
Susany Sales Brandão
Eliane Costa Pinto Marinho



Resumo

Este trabalho investiga a existência de uma relação entre a alta rotatividade de mão de obra e os procedimentos do setor de Recursos Humanos e com o desperdício de materiais, identificando os fatores que influenciam cada um deles na Indústria da Construção Civil. São estudados os processos de recrutamento, seleção e treinamento com o objetivo de encontrar a melhor maneira de escolher pessoas mais preparadas para a ocupação dos cargos e assim propiciar a redução da rotatividade, e, por consequência, a diminuição de custos com o desperdício de materiais e falhas nos processos.



Convido a baixar o artigo completo (20 pag.) com os seguintes tópicos abordados:
1. Introdução
2. Referencial Teórico
2.1 A Gestão de Pessoas
2.1.1 A importância da comunicação na gestão das organizações
2.2 O Recrutamento
2.3 Treinamento
2.4 A motivação como fator de Satisfação e Produção
2.5 Características administrativas da construção civil
2.5.1 Custo, desperdício e qualidade
2.5.2 A construção civil e a preocupação ambiental
3. Metodologia
4. Resultados E Discussão
5 Considerações Finais
6. Referências

Baixe o artigo completo PDF em:

https://www.podesenvolvimento.org.br/podesenvolvimento/article/view/41